Cinco letras que choram e marcarão a história

quinta-feira, outubro 19, 2017




O atual presidente do Brasil, Michel Temer está com a popularidade abaixo da cauda de um 'jacaré petista', mas sairá dessa em breve; e, em algum momento até o final do mandato, 31 de dezembro de 2018, alguém reconhecerá os êxitos de seu Governo num setor-chave, economia forte e recuperação quase que total dos mais de 13 milhões de desempregados deixados pelo desgoverno irresponsável que destruiu o País, saqueando os cofres públicos e colocando a pior recessão dos últimos 100 anos

Com o mesmo problema da área política, basicamente a necessidade de dar um agrado a numerosos parlamentares, conseguiu reduzir a inflação para baixo da meta, ampliar as atividades de maneira a indicar crescimento futuro, tomar providências que um dia forçarão o Governo a reduzir seus monumentais, extraordinários gastos. Na política e na economia, seguiu a oração de São Francisco: é dando que se recebe. E talvez ganhe para sua memória a frase seguinte do santo, "é perdoando que se é perdoado".

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