BC acha zeradas contas de presos na Operação Ressonância

sábado, julho 07, 2018

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Banco Central do Brasil não encontrou recursos nas contas bancárias de Miguel Iskin, apontado pelo Ministério Público Federal - MPF como o "grande corruptor" da área da saúde no Rio de Janeiro há, pelo menos, três décadas. Os dados foram levantados pelo BC em cumprimento ao bloqueio de bens determinado por Marcelo Bretas na Operação Ressonância, desdobramento da Lava Jato.

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Banco Central do Brasil também achou zeradas as contas da empresa de Iskin e de seu sócio Gustavo Estellita, ambos presos na quarta-feira (04/07). O juiz da Lava Jato no #Rio ordenou o bloqueio de R$ 1,2 bilhão de 84 investigados, entre pessoas físicas e jurídicas. Ao todo, o BC conseguiu encontrar e bloquear R$ 82 milhões nas contas dos investigados.


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